O Brasil corre o risco de um apagão de talentos para sustentar o futuro da alimentação, da energia e da regeneração ambiental.
Entre milhões de estudantes das escolas públicas urbanas nas grandes metrópoles, há milhares de jovens de alto potencial prontos para esse desafio.
O PROBLEMA
O resultado? Um apagão de talentos que ameaça o setor mais estratégico do país e a segurança alimentar mundial.


Para garantir rigor científico e visão estratégica, o projeto é acompanhado por um Comitê Técnico-Científico e um Conselho Sênior, que reúnem alguns dos maiores nomes do agro, da ciência e da filantropia.
profissionais faltarão no agro nos próximos 10 anos
dos CEOs do agro citam falta de mão de obra como ameaça
profissionais faltarão no agro nos próximos 10 anos
dos jovens urbanos nunca ouviram falar de carreiras no agro
Nas escolas públicas urbanas da Grande São Paulo e da Grande Rio, milhões de jovens cursam os Anos Finais do Ensino Fundamental e o Ensino Médio. Entre eles, existem estudantes com alto desempenho em Ciências e Matemática, talentos que raramente encontram condições para se desenvolver.
O Agritalentos da Periferia nasce para mudar essa realidade, conectando esses jovens a oportunidades nas carreiras técnicas e científicas por meio de formação e acesso.
Mentoria e inspiração com líderes do setor
Vivências presenciais em empresas e universidades
Plataforma digital para formação e acompanhamento
Rede de talentos que alia diversidade, inovação e impacto social
Para impulsionar esses talentos, iniciamos programas-piloto de mentoria que conectam jovens a profissionais do agro, da bioeconomia e da gestão pública. As experiências testam metodologias, geram aprendizados e preparam a expansão do projeto em escala nacional.
5.000 jovens conectados a novas carreiras até 2027
Diversidade social e racial como motor de inovação e competitividade
Capital humano qualificado para sustentar produção, exportação e a transição verde
Formar a próxima geração de líderes científicos, técnicos e sociais do agro e da bioeconomia
Seu apoio, como pessoa física, empresa ou instituição, pode vir em forma de recursos financeiros, essenciais para ampliar o alcance do projeto, ou de experiências, mentorias e conteúdos, que inspiram e orientam os jovens em sua trajetória.
Todas as contribuições realizadas aqui serão 100% destinadas ao Agritalentos da Periferia. Seja uma doação única ou recorrente, no Brasil ou no exterior, garantimos transparência no uso dos recursos e recibos personalizados para cada doador.
No Brasil
PIX (chave do Instituto Lima Barreto)
Cartão de crédito/débito
Transferência bancária (Itaú)
Doação recorrente mensal
Internacional
Remessa Online (conta corporativa ILB, com instruções em português e inglês)
Doações com cartão internacional
SWIFT/IBAN – Itaú (para empresas e fundações)
Atenção: Após a doação, pedimos que o doador preencha o formulário ao lado. Isso garante a correta destinação e nos permite enviar o recibo e atualizações sobre o impacto do projeto.
O cultivo desses talentos humanos também depende de parcerias estruturais. O Agritalentos da Periferia dialoga diretamente com universidades e governos, ampliando a ponte entre juventude, ciência e políticas públicas.
Estamos nos aproximando das principais instituições do Brasil e do exterior que formam para o agro, a bioeconomia e a inovação, criando conexões para:
O projeto soma esforços às agendas públicas em Educação, Agricultura, Meio Ambiente e Ciência & Tecnologia, colaborando para:
LIDERANÇA
À frente do Agritalentos da Periferia, economista (PUC-SP) e mestre em Administração Pública e Governo (FGV-SP).
Seu trabalho de conclusão da graduação, sobre o futuro do mercado de trabalho, foi eleito o melhor em Economia da universidade. Sua dissertação, que analisou as escolhas pelo ensino superior entre jovens das escolas públicas paulistanas, recebeu menção honrosa na FGV.
Atuou como consultor para o Banco Mundial, UNESCO, Vale e Governo do Ceará, além de ter sido pesquisador por 19 anos no Instituto Fernand Braudel de Economia Mundial, conduzindo projetos de grande impacto sobre educação e mobilidade social.
Ainda adolescente, trabalhou como boia-fria e colheu algodão no interior do Paraná, experiência que inspira seu compromisso em revelar e apoiar talentos invisíveis, conectando-os às oportunidades que merecem florescer.